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Alunos criam software que formata textos conforme normas da ABNT
28/08/2015

Alunos criam software que formata textos conforme normas da ABNT

Três estudantes da pós-graduação em Computação da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) criaram uma software que organiza textos no formato exigido pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). O programa está disponível temporariamente de forma gratuita na internet. Em entrevista para assessoria de imprensa da Ufal (Universidade Federal de Alagoas), o estudante Yguaratã Cavalcanti explicou que o FastFormat foi pensado para facilitar a vida de estudantes e professores que produzem artigos de conferência e periódicos, trabalhos de conclusão de curso, monografias, dissertações e teses. Além de Cavalcanti, Bruno Melo e Paulo Silveira passaram os últimos quatro anos desenvolvendo o software. O programa possui um blog com tutoriais para facilitar a interação dos usuários. Lá é possível aprender a como fazer citações, escrever o resumo, entre outros. "Tivemos o cuidado de desenvolvê-lo de maneira que o usuário não se sinta preso a nossa solução. O documento produzido pelo FastFormat pode ser exportado para vários outros softwares, como Word, Open Office e LaTeX. Isso é um compromisso que assumimos desde o início", disse Cavalcanti. Ainda em desenvolvimento, o programa deve passar a ser pago de acordo com o nível de utilização do usuário. O estudante ressalta que melhorias nas funcionalidades de revisão de textos e a possibilidade de criação de templates pelos usuários estão previstas. Fonte: UOL Educação

Instituições de ensino superior podem se inscrever em semana de ações sociais
27/08/2015

Instituições de ensino superior podem se inscrever em semana de ações sociais

Estão abertas as inscrições para a 11ª Campanha Responsabilidade Social das instituições de ensino superior privadas. A campanha, que ocorre entre os dias 14 e 19 de setembro, tem o objetivo de promover ações voluntárias na comunidade. Podem participar tanto instituições privadas quanto públicas, inclusive as vinculadas ao Sistema S (Sesc, Sesi, Senai e Senac). As inscrições serão feitas pela internet até a data da campanha. Durante a semana da campanha, estudantes e professores prestam atendimentos gratuitos, como consultoria jurídica, orientação profissional e educacional, assistência à saúde, promoção da inclusão digital e atividades culturais, recreativas e esportivas para todas as idades. "O mais importante da campanha é proporcionar à comunidade em que as instituições estão inseridas alguns serviços que normalmente são pagos e até mesmo de difícil acesso. É um momento de se relacionar mais com a comunidade, que está em volta da escola", disse o diretor executivo da Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior, Sólon Caldas. Segundo a Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior, que promove a campanha, em dez edições foram feitos mais de 10,3 milhões de atendimentos à população, distribuídos em 57.318 atividades. Estiveram envolvidos cerca de 184 mil professores, quase 2 milhões de alunos e outros 135 mil técnicos. Neste ano, a expectativa é bater a média anual de 1 milhão de atendimentos. A Campanha da Responsabilidade Social do Ensino Superior foi criada em 2005. A iniciativa foi concretizada depois da Lei 10.861/2004, que institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Pela legislação, a contribuição à inclusão social, ao desenvolvimento econômico, à defesa do meio ambiente, da memória e patrimônio cultural, da produção artística passou a fazer parte da avaliação das instituições de ensino superior. Quando mal avaliadas, as instituições de ensino podem sofrer sanções. As instituições que participam da campanha são certificadas com o Selo Instituição Socialmente Responsável, reconhecendo a importância do vínculo entre o universo acadêmico e a comunidade. Fonte: Agência Brasil

Mundo precisará de 8,4 milhões de professores até 2030, diz Unesco
26/08/2015

Mundo precisará de 8,4 milhões de professores até 2030, diz Unesco

Segundo a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), serão necessários 8,4 milhões de professores até 2030 para garantir as necessidades educacionais das crianças do ensino primário e secundário. Os dados, que fazem parte do relatório "A tea­cher for every child: projecting global teacher needs from 2015 to 2030" (Um professor para toda criança: projetando necessidades globais por professores de 2015 a 2030), mostram que a África subsaariana é a região do mundo que terá a maior carência de professores: aproximadamente 4,6 milhões. Segundo a organização, a região da América Latina e Caribe tinha cerca de 5,2 milhões de professores primários e secundários no ano de 2011. Daqui a 15 anos, serão necessários 160 mil novos professores para atender às demandas educacionais. Devido ao aumento do número de alunos, estima-se que em países como a Nigéria, Eriteia, Costa do Marfim ou Malaui a demanda de professores seja maior no ano de 2030. A Unesco aponta ainda uma maior necessidade de docentes com conhecimentos específicos sobre cada matéria. Fonte: UOL Educação

MEC prorroga até hoje prazo para concluir inscrição no Fies
25/08/2015

MEC prorroga até hoje prazo para concluir inscrição no Fies

O Ministério da Educação (MEC) prorrogou o prazo para que os estudantes pré-selecionados para a segunda edição de 2015 do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) concluam a inscrição na internet, no SisFies. A conclusão da inscrição poderá ser feita até hoje (25). O prazo inicial tinha se encerrado no domingo (23). Ao acessar o site, o estudante deve clicar na opção Conclua sua inscrição. Após a conclusão no SisFies, o estudante precisa validar as informações na Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento da instituição de ensino em até dez dias, contados a partir do dia seguinte ao da conclusão da inscrição. Por fim, deve comparecer a um agente financeiro do Fies em até dez dias, contados a partir do terceiro dia útil seguinte à data da validação das informações pela Comissão de Supervisão e Acompanhamento. O Fies financia cursos superiores em instituições privadas de ensino superior. Os estudantes têm até três anos depois de formados para quitar o empréstimo. Ao todo, serão ofertadas 61,5 mil vagas. Ao longo do curso, os alunos pagam parte da mensalidade de acordo com a faixa de renda familiar. Todos os beneficiados pelo Fies têm 5% de desconto nas mensalidades dos cursos. Fonte: Agência Brasil

Acadêmicos da FAMETA participaram da aula inaugural do Athenas Virtual
24/08/2015

Acadêmicos da FAMETA participaram da aula inaugural do Athenas Virtual

Acadêmicos dos cursos de Sistemas de Informação, Pedagogia e Biologia da Faculdade Meta (FAMETA), participaram da aula inaugural de EaD (Ensino a Distância) oferecida pelo projeto Athenas Virtual na última quinta-feira (13), no auditório da instituição. Durante a abertura foi apresentado o Manual do Aluno e toda a organização para o acesso a plataforma. Sob os cuidados da Prof.ª Márcia Teixeira, o acolhimento e orientação presencial serão feitos para o módulo EaD. “A faculdade disponibilizará o Laboratório de Informática durante o período vespertino, ofertando assim o suporte aos alunos que assim desejarem”, explicou a Docente. A aula foi conduzida pela Coordenadora Pedagógica da FAMETA, Prof.ª. Patrícia Redígulo e pelos professores Cleuton Almeida, Mario Roberto Machado Torres e Janaína Vasconcelos, respectivamente coordenadores dos cursos de Sistemas de Informação, Pedagogia e Biologia. O QUE É O ATHENAS VIRTUAL?! - O Athenas Virtual é um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) para os alunos e professores das cinco Instituições de Ensino Superior que compõem o Athenas Grupo Educacional (FAMETA, FAP, FAPAN, FSP e UNIJIPA). A plataforma se ajusta para os acadêmicos que optarem por cursar determinadas disciplinas através da modalidade a distância. A implantação do Athenas Virtual visa atender as demandas do mundo moderno, onde a possibilidade real de estudar a qualquer hora, em qualquer lugar, é cada vez mais necessária. “Existem ainda mais vantagens de se estudar através do EaD, como o material disponível 24 horas por dia, abordagens de ensino centradas no aluno, melhores professores e habilidades no uso de novas tecnologias”, finalizou Redígulo.

CRD realizou reuniões com líderes de turmas dos cursos da FAMETA
24/08/2015

CRD realizou reuniões com líderes de turmas dos cursos da FAMETA

Desde o dia 17 de agosto, a Coordenação de Relacionamento com Discente (CRD) da Faculdade Meta (FAMETA) se reuniu com os líderes de todas as turmas dos cursos oferecidos pela faculdade, com a participação da Coordenação Administrativa e Núcleo de Acessibilidade (NDA). O objetivo das reuniões, de acordo com o Prof.º Fábio Santos, Coordenador do CRD, visou a definição de ações conjuntas para a melhoria dos serviços oferecidos pela instituição, além de analisar como estão os cursos neste início de semestre. “A FAMETA sempre procurou ouvir a comunidade acadêmica no sentido de aprimorar o atendimento e buscar a participação de todos os segmentos nas decisões. A participação das Coordenadoras Cássia Sá (Coordenação Administrativa da FAMETA) e Bárbara Chagas Leite (recém-criado Núcleo de Acessibilidade - NDA), oportunizou a busca de soluções conjuntas. Todos os setores da FAMETA estão envolvidos e o resultado das reuniões será repassado para os coordenadores dos cursos e demais responsáveis pelas áreas”, afirmou Santos. O coordenador destacou que todo o processo está sendo avaliado, para que das reuniões sejam definidas as ações que serão desenvolvidas no segundo semestre de 2015. “As reuniões acontecerão até hoje (24). Desta forma, estamos dando uma resposta para a comunidade estudantil, buscando ouvir os líderes que representam todos os discentes da FAMETA”, finalizou o Coordenador.

24/08/2015

Com sistema eletrônico, MEC economizará R$ 2,4 milhões/ano em papel e impressora

A partir de novembro, o Ministério da Educação passará a utilizar o Sistema Eletrônico de Informações (SEI) para tramitar eletronicamente os seus processos. A previsão inicial é economizar R$ 2,4 milhões anuais com o uso da ferramenta digital. O SEI torna o procedimento mais ágil e reduz os gastos com aquisição de resmas de papel e aluguel de impressoras. A adesão da pasta ao Processo Eletrônico Nacional (PEN) aconteceu nesta segunda (17), quando o MEC assinou um acordo com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP). No ano passado, em projeto-piloto no Ministério das Comunicações (Minicom), o sistema trouxe uma economia de mais de R$ 500 mil reais nos gastos com impressão. A duração média da tramitação de um processo no órgão passou de 199 dias para 25. Atualmente, 13 órgãos já usam o sistema e 103 estão em implantação. Fonte: IG Educação

21/08/2015

Nobel da Paz, Malala tira notas altas em 'Enem' britânico e orgulha o pai

O pai da paquistanesa Malala Yousafzai, ganhadora do prêmio Nobel da Paz, publicou orgulhoso no Twitter nesta sexta-feira (21) os resultados da filha no GCSE --um exame para os alunos que terminam o correspondente ao ensino médio na Inglaterra. Segundo Ziauddin Yousafzai, Malala tirou A* (nota máxima) em seis matérias e A (segunda nota mais alta) em outras quatro provas. Os resultados do exame foram divulgados na quinta-feira. O diário britânico "The Guardian" disse que Malala recusou diversas palestras e entrevistas nos últimos tempos para se dedicar à escola. Malala estuda na Inglaterra desde que tinha 15 anos, quando se mudou para o país após sofrer um atentado terrorista no Paquistão por defender a educação de meninas no país. A mídia paquistanesa também divulgou elogios aos resultados da ativista que tem 18 anos. "Nada do que Malala Yousafzai alcança parece mais surpreendente, mas ela continua orgulhando o Paquistão", publicou o Expresso Tribune. De acordo com o "The Guardian", Malala pretende continuar os estudos no Reino Unido. "Eu quero ter uma boa formação universitária. Vários políticos têm estudado em Oxford, como Benazir [que ela afirma ser um modelo]", disse ao jornal, indicando a universidade que pretende estudar. Fonte: UOL Educação

20/08/2015

Pesquisadores debatem uso de recursos educacionais abertos

Pesquisadores e parlamentares debateram ontem (19), em seminário conjunto das comissões de Educação e Cultura, da Câmara dos Deputados, o uso de recursos educacionais abertos. Esses recursos – os REA, como são chamados na área de educação – são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa fixados por qualquer suporte ou mídia, que estão sob domínio público, ou estão licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros. A metodologia prevê que todos devem ter a liberdade de usar, personalizar, melhorar e redistribuir os recursos. Segundo os educadores, a utilização de formatos técnicos abertos facilita o acesso e o reuso dos recursos publicados. Nos REA, estão incluídos cursos, livros didáticos, artigos de pesquisa e outros materiais que possam apoiar o acesso ao conhecimento. Com isso, os recursos abertos podem podem tornar a educação mais acessível e trazer menos gastos, além de estimular uma cultura participativa. Para a deputada Jandira Feghali (PcdoB), que acompanhou os debates, o Brasil deveria adotar amplamente a experiência dos REA para que este seja um elemento transformador da educação no país. “Sempre levantamos o tripé da educação, cultura e comunicação, e esse conceito junta essas três possibilidades e não invade o direito autoral porque lida com domínio público.” A deputada destacou como aspecto fundamental a possibilidade de regionalização do conteúdo a partir da adaptação dos materiais. “Você não pode fazer uma educação simplesmente conceitual e genérica. As pessoas precisam entender sua realidade e compreender sua riqueza local”, disse. O consultor em Política Pública de Dados Abertos do Ministério do Interior da República da Eslováquia, Jan Gondol, relatou o caso de uma especialista que, ao fazer pesquisa sobre câncer, encontra na internet diversos artigos sobre o tema, mas é preciso pagar para lê-los. “Com conteúdos abertos, ela teria acesso facilitado à informação e aprimoraria o conhecimento para as pesquisas”, disse. Segundo Gondol, a pesquisadora gasta tempo se comunicando com colegas de universidades para pedir o envio de artigos ou usa o Twitter para contatar pessoas e conseguir os textos. Ela poderia estar usando esse tempo para fazer pesquisa”, afirmou. A fundadora do Projeto REA.br e vice-presidente da Public Knowledge, Carolina Rossini, destacou que educação aberta é um caminho importante para a inclusão na sociedade do conhecimento. “Precisamos pensar a inclusão digital por meio de metodologias educacionais que coloquem tanto o professor quanto o aluno no centro da pauta educacional e no centro da criação. E estimula também o empreendedorismo”, disse. Fonte: Agência Brasil